domingo, 2 de dezembro de 2012

Entre Montana e Montreux

Ai se fosse possível aumentar a dimenção das rodas do meu carro para o dobro e o desenho da estrada menos acidentado,concerteza a velocidade seria outra,para não perder pitado das cores do céu.

Fui obrigado a parar.

O meu olhar crispou-se freneticamente ao movimento do sol em final de tarde.De pé e de máquina em punho,senti a sensação do vento frio com cores de ouro alaranjado.Impossível fixar.Lindo o sonho do olhar apaziguante disperso pela distância longínqua.Tremendamente belo o instante colado ao infinito.Assisti hoje mais uma vez e por instantes,a um dos mais belos espetáculos deste Universo,do qual também faço parte(PÔR-DO-SOL).

O meu olhar fixa o pronúncio das trevas da noite,mas ela,a luz do sol,teima em resistir e tarda ao máximo a treva,a consumação da chegada da noite.Prepara-se mais um ciclo,porventura igual ao vivido hoje...a minha vaidade é eterna...sinto-me feliz por ser desigual a muitos mais.Por isso,a minha vontade em colocar aqui alguns momentos por mim vividos.

 

E porque faz frio,aproveitem a aquecer os vossos olhos com estas cores quentes do pôr-do-sol.






Ontem 1° de Dezembro 2012,em final de tarde e de regresso a casa,fui presenteado com estes cenários pintura,dádiva da natureza...é sempre bom saír de casa e apreciar o que de bom existe fora muros.

1 comentário:

  1. O calor do sol aquece a pele,
    Pinta côr como um pincél,
    A sua intensidade é chama
    Que me queima como quem ama.

    Deixa a marca como o amor
    Queima como a dor.

    E o sol brilha todos os dias
    Embora não o consigas ver,
    Em corações o sol canta sinfonias
    Ilumina quem quer viver.

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