segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Alguém viu alguma flor hoje?

Alguém viu alguma flor hoje? as coisas acontecendo e eu ainda por entender tantas delas: por que as minhas flores ainda insistem em nascer?

Nas minhas fotografias,rompem flores de todo o lado. É uma delicadeza improvável. Nas imagens, o verde das plantas complementa o burburinho florido.Ainda um dia gostaria de compreender melhor o efeito das flores no Homem. Falar de flores é dificil para os desentendidos na matéria,mas oferecer flores,qualquer desconhecido na matéria é capaz de o fazer.Porque o impacto semtimental da flor é simplesmente inexplicável,provocando em nós efeitos de ternura,amor e paz.Criando uma explosão de formas e cores que se encontram,provocando em nós o máximo no barómetro da alegria.

Quem nunca ofereceu flores? Imaginem um mundo sem as flores da primavera, seria um mundo rude e sem sentido.
 














sábado, 18 de agosto de 2012

Perspetiva da descoberta






















Foi na perspetiva da descoberta deste lugar das 72 cascadas,sob a proteção da UNESCO,que eu e o Marcelo Carioca decidimos palmilhar.
Lauterbrunnen fica para os lados de Interlaken,nos Alpes,
Jungfrau. Foi uma verdadeira aventura em terreno desconhecido.O ar fresco que se fazia sentir pela manhã era indicador que iria ser uma caminhada excelente.Houve alguma dificuldade em perceber a língua da qual recebemos algumas dicas,de pessoas muito simpáticas.
As primeiras duas horas de caminhada foram sem dificuldade a tal ponto que,aproveitamos para praticar um pouco a foto de arrasto d'água,cujo resultado final foi aceitável.
Depois do pic-nic,o terreno mudou de caraterísticas para pior.Não parou mais de subir mas sem grande dificuldade e mesmo assim,fomos aproveitando para registar tudo o que se via de belo.Sempre a subir e os cumes cada vez mais altos,vários glaciares e imensas cascatas de água,um paraíso entre montanhas.
O estrondoso barulho das águas levou-nos a descobrir uma somptuosa cascata que passava atravez da rocha.Impressionante a força da água em queda livre,era como que um pilar todo ele em água de mais ou menos um metro de diâmetro,a alta velocidade.A partir daqui e porque a hora nos chamava,demos início à caminhada até ao ponto de partida,mas com muita vontade de lá voltar.