sábado, 20 de outubro de 2012

Fui,voltei e foi muito bom.

Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,mas porque a amo, e amo-a por isso,
Caminhar na natureza é como estar numa enorme biblioteca onde cada livro contém apenas frases essenciais.


Hei! Bicho urbano? Sai da monotonia!

Caminhar em trilhos pelas montanhas ajuda a resgatar valores esquecidos pelos comportamentos urbanos.

Caminhando percorrendo livremente,temos a oportunidade de conhecer paisagens novas, a fauna, a flora, montanhas, lagos, rios e quedas de água, sem cansar a vista, exercitando assim o corpo e relaxando ao mesmo tempo.Apreciando a natureza e deixando-nos guiar por ela, proporciona-nos descontração e momentos de harmonia e interiorização.

Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Fui,voltei e foi muito bom.







Nas famosas montanhas de Gastlosen

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Na Ria de Aveiro

Partilho porque é reconfortante saber que não estou só.Momentos em passeio visual,apenas me inspiro no que vejo e aqui coloco os meus olhares e assim,sinto-me voar ao passar por locais que conheço perfeitamente,onde muitos passaram e não viram estas formas da mesma forma que eu...

A Ria de Aveiro estende-se, pelo interior, paralelamente ao mar, numa distância de 47 km e com uma largura máxima de 11 km, no sentido Este-Oeste, desde Ovar até Mira.A Ria é o resultado do recuo do mar, com a formação de cordões litorais que, a partir do séc. XVI, formaram uma laguna que constitui um dos mais importantes e belos acidentes hidrográficos da costa portuguesa.Os barcos moliceiros, embarcações únicas e de linhas perfeitas, ostentando painéis decorativos continuam a apanhar o moliço fertilizante que transformou solos estéreis de areia em productivos terrenos agrícolas.No documento de doação testamentária efectuada pela condessa Mumadona Dias, ao mosteiro de Guimarães em 26 de Janeiro de 959, consta a referência a"Suis terras in Alauario et Salinas", sendo esta a mais antiga forma que se conhece do topónima.











domingo, 7 de outubro de 2012

Ao encontro da natureza

Inicialmente esta balada foi programada na caça às imagens do Veado (Cerf).Partimos de casa direção a Charmey para percorrer o Valé de Gros-Mont.A expectativa era enorme,havia quase a certeza que as fotos iam ser mais que muitas.Penso que a abordagem ao tema que nos tinhamos proposto não foi a melhor,assim como a companhia para este efeito,desinteressado e sem chama.A frustração da minha parte foi enorme,nem uma para a mostra e para descarregar um pouco essa frustração,pratiquei um pouco o arrasto,pois as quedas de água por aquelas bandas eram muito interessantes.
Ao encontro da natureza foi uma roda de expectativas,de imaginário mais que certo e que por tamanha certeza,fizemos a roda e as expectativas,ficaram-se verdadeiramente pelas expectativas.Resultado final,água,muita água.Que pensas tu que vês neste momento o resultado desta balada?Poderia ter sido pior,não achas?