sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Na Ria de Aveiro

Partilho porque é reconfortante saber que não estou só.Momentos em passeio visual,apenas me inspiro no que vejo e aqui coloco os meus olhares e assim,sinto-me voar ao passar por locais que conheço perfeitamente,onde muitos passaram e não viram estas formas da mesma forma que eu...

A Ria de Aveiro estende-se, pelo interior, paralelamente ao mar, numa distância de 47 km e com uma largura máxima de 11 km, no sentido Este-Oeste, desde Ovar até Mira.A Ria é o resultado do recuo do mar, com a formação de cordões litorais que, a partir do séc. XVI, formaram uma laguna que constitui um dos mais importantes e belos acidentes hidrográficos da costa portuguesa.Os barcos moliceiros, embarcações únicas e de linhas perfeitas, ostentando painéis decorativos continuam a apanhar o moliço fertilizante que transformou solos estéreis de areia em productivos terrenos agrícolas.No documento de doação testamentária efectuada pela condessa Mumadona Dias, ao mosteiro de Guimarães em 26 de Janeiro de 959, consta a referência a"Suis terras in Alauario et Salinas", sendo esta a mais antiga forma que se conhece do topónima.











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