quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Ao entardecer

Ao entardecer,num sítio ideal de bem estar e bem sentir a presença do sol que se vai esconder,onde procuramos o ângulo exato em cada instante que passa,cada vez mais um melhor que o outro.

Como nada na vida se perde,em todo o tempo de espera,adquirimos silêncios envoltos de imagens só nossas,com cores de um calor avassalador e embriegados de luz cor celeste.São instantes de uma adrenalina crescente mas doseada,cuja causa maior é que nunca acabem aqueles momentos plenos de magia.

Um fotógrafo amador,é aquele que partilha e não esconde como e onde realiza as suas fotografias,esperando de retorno,as criticas,sentindo-se assim reconhecido.





 

Desejo de Vitor Hugo

 
Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.

2 comentários:

  1. Esconde-se o sol preguiçoso
    num apático sono.
    É outono!
    Envolvo-me nesta melancolia e
    saio de mim.
    Deixo-me trautear pela melodia que escuto...
    Levito à mercê do que sinto
    e entro neste labirinto, de silêncio absoluto.
    Quem me lê ou vê que pensará?
    Louco? Utópico? Que importa o que serei?
    Sinto-me andorinha
    buscando a luz e a vida em nova paragem...
    Tal como ela sigo as coordenadas, os traços no céu
    ambos partimos com destino e sem bagagem...
    Eu, carrego apenas a luz que Deus me deu,
    trago-a nas mãos (minhas asas).
    Com elas vou tão além que
    quase toco o infinito.
    Não! O mundo não me retém
    não permito que tal aconteça.
    Se um dia calarem meu grito
    que antes, eu pereça...
    Continuo em debandada
    e como andorinha
    sou do mundo, emigrado...

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  2. Este comentário vai direccionado ao autor do primeiro comentador.
    Este poema é meu. Fica um conselho: sempre que copie e cole algo, experimente copiar também o nome do autor ;)

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