domingo, 24 de fevereiro de 2013

Sorrindo abro caminhos

Adoro caminhar em silêncio,as árvores miudas transformam o caminho enquanto vegeto na floresta.

Aqui mesmo,agora na densa floresta,caminhando acompanhado pela solidão da escura sombra que me acompanha,o vento fustiga e com o crepitar dos passos tornou-se inaudivel o respirar da balada.É penetrante o doloroso deambular da escura sombra,sedenta em se aquecer à lareira.Ai...já chega,ainda vou acabar por pensar em viva e alta voz.

Apetece-me sorrir...quem me observe além da sombra,dirá...parece tolo ou então é um daqueles que tem a mania de falar sozinho,quem sabe,há muita gente assim nesse estado...também é verdade que sorrindo abro caminhos e desarmo possíveis mal-humorados que por aqui passem e contaminarei ainda mais se sorrir com o coração. Mas que barulho é este,olhei para traz e verifiquei que a sombra dava mostras de cansaço,a sua presença era de um desbotado quase invisível,não dei com ela à primeira...








Então e para ajudar a combater o frio,aqui vai aquele caloroso abraço


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Vai acontecer de 1 a 12 de maio

A grande aventura...
Pedalar sempre para a linha do horizonte até que a etapa esteja concluida.
 

Já fazia dois anos que germinava a ideia da aventura do pedal.A abortagem do feito no 1° ano,deveu-se à lesão de um joelho.A manifesta vontade em realizar tal façanha,manteve-se fermentando lentamente,qual vulcão adormecido...desta vez até a logística está confirmada,mãos à obra.

É sempre interessante escutar ou ler relatos de aventureiros na volta das suas viagens em bicicleta. Porém, quando é possível fazer isto nós mesmos,no momento, é ainda mais empolgante.

A minha contribuição nesta aventura é a mais fácil,responder a abastecimento,socorro, avaria,conduzir,fotografar,filmar e cozinhar para os pedalantes.Através dos meus apontamentos e imagens,tentar contar o sonho destes dois jovens,que no senso comum somente pessoas experientes, com muito preparo físico ou com muitos recursos seriam capazes de realizar.Espero estar à altura das espectativas,demostrar e ser o mais fiel aos factos vividos, para que os dois aventureiros se sintam verdadeiramente realizados ao verem as suas façanhas retratadas à minha maneira.




História da bicicleta

Existem diversos contendores para a invenção da bicicleta ou o seu precursor.

Ernest Michaux e Pierre são frequentemente citados, mas um outro francês, o lendário conde Mede Sivrac é provavelmente a cidade com sua célérifère datado 1790. O Barão alemão Karl von Drais também é citado com sua Laufmaschine ou "máquina de execução", que ele apresentou em 1817, em Paris (Patente de importação francesa apresentada por Louis-Joseph Dineur em nome do Barão Drais 17/02 / 1818:. "máquina chamada velocípede")

da primeira nave espacial bicicletas operacionais semelhantes foram inventados no início de 1800.O Draisienne de 1817 tinha duas rodas alinhadas, ligado a uma estrutura de madeira com garfos, de roda dianteira pode girar lateralmente. Esta máquina experimentou algum sucesso, particularmente, no Reino Unido e nos Estados Unidos. O cavalo dandy e artes que, como ele era conhecido por vários nomes, como cavalo de pau , draisiana , biciped ou scooters .

Eles realizada sobre o segundo, na medida em que o único meio de propulsão era tomar apoio sobre o solo para proporcionar impulso. Em 1837, Galloux, serralheiro jovens alfaiates de Paris "manivelas" na roda dianteira de um cavalo de pau, Pierre Michaux, "o caminho do carro serralheiro", retomado e aperfeiçoado em 1855 ou 1861, dependendo da fonte, o primeiro pedal que ele chama de "pédivelle".

Artes similares de velocípede teve muito sucesso depois de 1866, quando Pierre Lallement , um ex-associado de Pierre Michaux, obteve uma patente nos EUA para uma máquina que ele chamou de "bisicle". Alguns apelidado de máquina boneshaker ("osso shaker"), devido ao desenho das rodas, aros de madeira. As rodas de borracha almofadas duras apareceu em 1869 e conforto significativamente améliorèrent da máquina. A roda dianteira tornou-se maior e a roda traseira reduzida em tamanho. Este tipo de moto experimentou uma tempestade.

Após a Guerra de 1870, um inventor francês teve a idéia de usar as bainhas de espada tornam-se desnecessárias para substituir os tubos cheios. Isso permitiu reduzir consideravelmente o conjunto.

Em 1884, John K. Starley inventou a "bicicleta de segurança" com rodas de tamanho razoável e uma unidade de cadeia. O ciclista é instalado na parte traseira, o que torna quase impossível a cair como "sol", onde o piloto é catapultado sobre a roda dianteira. Uma engrenagem maior na frente (do conselho) para a para trás (o trem) gira a roda traseira mais rápido do que a virada pedais, permitindo que este tipo de arte para ir mais rápido, mesmo sem uma roda gigante.

John Boyd Dunlop inventou o pneu em 1888. Isto ajudou a melhorar ainda mais o conforto do utilizador.

Bicicletas de Segurança 1890 já se assemelhava muitas bicicletas hoje. Eles tiveram os pneus de dimensões comparáveis ​​às de uma bicicleta moderna, rodas raiadas, armação de aço e uma transmissão por corrente. A única coisa que faltava era uma mudança.


Na década de 1890 esta bicicleta novo modelo expandiu os potenciais utilizadores-alvo. Além disso, a bicicleta tornou-se um produto industrial, reduzindo os seus preços a um ponto que tornou-os acessíveis aos trabalhadores. Isto levou a uma "loucura da bicicleta", que originalmente era uma importante mudança social.

Em 1903, o Tour de France nasceu.

sistemas em diferentes velocidades começou a ser usado em competições de moto em 1930.

VELOCAR aparece na década de 1930, deitado e ancestrais da velomobile.

desviadores desenvolvidas durante o 1950.

's
velomobiles renascer no final de 1980.

Em 2007, o Tour de France morre, g angrené por engano competição, e dinheiro ... mas a bicicleta, ainda é muito viva, como evidenciado pelo recente lançamento do
"Velib em Paris !


domingo, 10 de fevereiro de 2013

O Inverno é assim...

Pelo menos aqui na Suiça e mais precisamente na Gruyère.Os meses de Janeiro e Fevereiro não têm surpresas de maior.Neve e frio apresentam-se sempre sem chamada prévia e em boas quantidades.É verdade que se torna por vezes desagradável,sobretudo se formos originários de Países ditos quentes ou temperados.Não é menos verdade que no Inverno e sendo observadores, se conseguem sempre imagens espetaculares.Para justificar isto que acabei de dizer,junto partilho alguns momentos por mim fotografados,sexta feira 08 de Fevereiro 2013, na cidade medieval da Gruyére.






 
 
Então e para ajudar a combater o frio,aqui vai aquele caloroso abraço
 
 

domingo, 27 de janeiro de 2013

Serenidade de luz tendo a cor como poesia

Sábado 26 de janeiro 2013,o colorido saíu à rua vestindo-se com a maravihosa luz do astro rei,permitindo assim registar imagens como estas que aqui partilho.

Château d'Oex, capital alpina do 35°Festival Internacional do Balão de ar Quente ,atraíu pilotos de todo o mundo.Neste vale de microclima excepcional, onde é oferecida uma bela e deslumbrante vista panorâmica 360°sobre os Alpes.



















 
 






Aquele abraço colorido e até breve

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Olá...vou contar uma pequena história.

A noite passada tive um sonho! Sonhei...ou caminhava eu pela Praia da Torreira sozinho! Soprava forte que se fartava...qual mão de escultor,capaz de em tão pouco tempo,conseguir criar tantas formas abstratas na areia.Os grãos da mesma,projetados pelo vento,erguiam-se redopiando e lançados contra mim fustigando-me incessantemente.Se bem me lembro,a cor do cèu,penso que era de um azul acinzentado e o mar com um verde muito escuro,prestes a chover. Não sei se faz parte do sonho,ou se real,mas em menos de nada,as nuvens formaram grupos e por entre um desses grupos,o sol rebentou perfurando como uma explosão e os seus raios iluminaram a praia.A areia da praia e o seu casario brilharam...brilharam tanto que...acordei,esfregei os olhos e assim decidi partilhar com vocês,sem ter em conta a cor do céu.A paisagem faz a raça do vento norte à beira mar.Há momentos,que pertencem à personalidade da região em causa.O ciclo é sempre o mesmo.

Aquele abraço e até breve grande abraço de amizade entre o mar e a areia,com o vento a tentar separar o inseparável. As ondas desfaziam-se em permanentes abraços com a areia,empurradas pela brisa do mar,por vezes violenta,não chegou para quebrar a amizade que os une para sempre...

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Bom ano a todos e no conforto dos vossos lares,apreciem estes momentos.

Por vezes durante um ano e devido à velocidade em que vivemos,algumas obrigações morais são esquecidas...para me fazer perdoar,são para ti estes momentos por mim vividos e aqui retratados em forma de partilha.

 Região de Airolo
 
 Região de Airolo
 
 Região de Airolo
 
 Lago de Lugano
 
 Lago de Lugano

Pela manhã do dia 30 dezembro 2012,a decisão foi de partir rumo auto-estrada,direção do Ticino.Depois da travessia do grande tunel de St. Gothard...17km pelo buraco dentro e obrigados a rolar a 80km/h...à saída o mundo era outro,parecia termos chegado a um outro planeta.Muita neve caída em outros dias,vento forte,com um frio arrogante e persistente.A paragem foi obrigatória devido ao facto de os estômagos não pararem de reclamar.Aqui a paisagem envolvente eram irrepreensível e imponente...saquei da minha canon,mesmo com aquele frio e não resisti.Lá bem nas alturas,os bicos daquelas altas montanhas cobertas do seu manto branco e banhadas pelo infatigável sol,eram lindas...

Lugano,cidade muito bonita,tem uma varanda enorme virada para o lago do mesmo nome.Sem dúvida a visitar de preferência na primavera.

No regresso era impensável não fazer alto em Luzerne.Era já noite,as iluminações de Natal a acrescentarem mais beleza à beleza da cidade mais visitada da Suiça.Neste país em dezembro e sem frio,é como ir a Roma e não sentir a história.

A famosa ponte pedonal de Luzerne
 

Abraço e até breve

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Com aromas a Natal

Foram longos os quilómetros de Marly a Strasbourg França. 
  
 

O tempo nada fazia prever de bom...muita chuva e vento frio todo o dia.Percorremos parte das ruelas e tendinhas,muuuuuuitas...mesmo muitas.Havia um pouco de tudo alusivo à quadra natalícia naquelas ruas e praças,nas redondezas da grande e formosa Catedral (a segunda maior de França com 151m alt.).Não tenho palavras para descrever a formidável obra do passado.Apenas um senão, é enorme para o local onde se encontra,ou melhor,tudo o que a rodeia é pequeno,talvez demasiadamente próximo para a grandiosidade do monumento.

Gente de todas as línguas?Mais que muitos...mergulhados na multidão e a paço de lêsma,lá fomos sendo télé guiados no meio daquele aperto.Ainda bem que estava frio.

À porta dos restaurantes,que eram muitos,havia fila de espera,nunca tinha visto o tal.Optamos por uma pisaria por ser menos concorrida e mesmo assim cheia.Aqui,desprezamos o deslizar dos ponteiros para desfrutar do repasto.

Ao passar o limiar daquela enorme porta, o interior é de pasmar...imensos e enormes vitrais,um orgão de belo efeito visual,cadeiras para milhentas pessoas se sentarem e um enorme corredor central,indicando bem lá ao fundo o chamado altar mor.Velas acesas por tudo o que é canto,o teto de uma altura imensa,muitas colunas redondas de grande diâmetro e mais dois corredores laterais com vários altares,cada um alusivo ao seu santo.


Tudo em grandes proporções menos a luminosidade,por isso aconselhável o porte de um tripé e cabo de obturador.

Como não quis ir carregado,os bons resultados foram mínimos...fica para a próxima.


 





Aquele abraço e até breve...